Tenho objetivos bem traçados, mas estou sempre disposta a seguir caminhos indefinidos, rotas alternativas e atalhos oportunos…

“Consegui meu equilíbrio cortejando a insanidade, tudo está perdido mas, existem possibilidades.” (Renato Russo – música Sereníssima)

Sou de extremos, não posso negar. Não costumo ser impulsiva, ao contrário, sou até prudente e racional demais, mas sempre com a intenção de decidir o melhor momento para me deixar levar. Colocar o racional de lado e investir no emocional na maioria das vezes até faz a gente quebrar a cara mas, se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida, é que não vale a pena perder tempo com arrependimentos…

Não foi sempre assim confesso, mas hoje encaro a vida como possibilidade, e como oportunidade de realizar… compreendi que a felicidade é um processo contínuo que precisa ser alimentado diariamente, e não um estado pleno que possa ser alcançado.

Nesses meus 35 anos fui descobrindo, ano após anos, que a graça da vida está em encará-la com olhar de aprendiz, sem amarras e sem pré conceitos que possam me tolir… descobri que prefiro a liberdade abrigada no sentir, no pensar, no errar e no recomeçar todos os dias.

Aprender faz parte da vida, e errar é sempre a melhor lição que podemos tirar dela. Aquele que tem medo do erro não se permite o prazer da descoberta. É preciso tentar o novo para compreender o que realmente nos realiza, e isso vale para todos os aspectos da vida. A gente só forma nossas opiniões conhecendo os dois lados da moeda…

O “SE…”, na maioria das vezes, causa mais angústia e tristeza que o não gostei, e pior, nos priva da possibilidade de encantamento com o surpreender-se…

Sou dessas que gosta de tomar as rédeas, impôr comando, mas só até o momento em que o experimentar e o delegar se tornem mais interessantes. Não sou de escolhas fáceis, e costumo ter múltiplos interesses em todas as áreas da vida, mas quando decido, é porque já fiz todas as análises possíveis, e sei que os prós se sobrepõem aos contras… posso até errar, mas o erro vai compensar…

Sabe a frase que abre este Post… Acho que é isso mesmo, a insanidade, quando usada em prol do equilíbrio, dá aquela temperada necessária na rotina e no cotidiano, as possibilidades estão sempre à nossa disposição, cabe a nós querer enxergá-las e fazer o melhor uso particular delas… tudo pode até parecer perdido mas, a verdade é que só depende de nós vislumbrar o como virar esse jogo.

Experimentar nos permite conhecer mundos que muitas vezes não temos nem noção que possam existir, e pode ser que nos identifiquemos com alguns deles, sem previamente cogitar essa possibilidade.

Sou teimosa, movida pela adrenalina do desconhecido, com objetivos bem traçados, mas sempre disposta a seguir caminhos indefinidos, rotas alternativas e atalhos oportunos.

Calada e observadora, em alguns momentos me posiciono com distanciamento proposital… Quer minha atenção? … seja imprevisível, invista na minha curiosidade, e instigue meu interesse em aprender algo novo. O mistério é o que me move…

A vida é feita de escolhas, que tal se permitir uma escolha diferente hoje…

“Um conselho? Abandone a expectativa e convide o inesperado.” (Bruno Guilherme Fonseca)

Com amor,

FeSendra

Ps.: As imagens e textos deste Blog são protegidos pelas Leis de Direitos Autorais, que proibe a cópia e uso por terceiros sem autorização prévia do autor. Respeitar o trabalho de um artista, é um ato de amor. Pratique! 😉

Aquele que move meus pensamentos e a minha Arte…

“Gosto quando me sinto capaz de experimentar o mistério sem a obsessão por desvendá-lo. Nada deve ser mais absoluto e sublime que ouvir seu silêncio e poder sentí-lo como algo intocável. Afinal, desvendá-lo é como matá-lo, e não me sinto nada confortável em destruir aquele que move meus pensamentos e minha Arte!!!” 

Escrevi há algum tempo para uma exposição que participei como artista… É tão particular e íntimo, que acabou definindo não um projeto, mas todo o meu processo de produção artística…

A beleza do mistério está nas suas infinitas possibilidades, não coloque um ponto final naquilo que nasceu para ser infinito…

Criado por mim e para mim… não podia ser mais verdadeiro…

 

Com amor,

FeSendra

 

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Me deixe voar!

Encontrei esse texto escrito por mim em um caderno antigo… não consigo me lembrar das circunstâncias, mas bem que poderia ser uma conversa particular com minha própria consciência… SE ela fosse moldada por essa sociedade que não entende nada de liberdade, virtude e felicidade…

Ainda bem que não me prendo a padrões …

 

Quando você me impede de fazer minhas escolhas, quando me corta o direito de pensar diferente, quando tira de mim o direito à minha própria identidade, sinto-me como uma arara condenada a uma gaiola minúscula…

Sei que fui criada para colorir o mundo, mas dentro dessa gaiola, sinto como se o mundo só pudesse ser pintado de cinza…

Me deixe voar, por favor eu imploro, respeite a minha potência de voar… Por mais que você deseje me controlar e admirar o meu colorido diariamente de forma particular, por favor, me deixe voar…

Garanto que meu colorido se ascenderá, e mesmo de longe, será capaz de tingir o seu jardim…

Apenas me permita voar eu imploro… me deixe voar…

 

Com amor,

FeSendra

 

Ps.: As imagens e textos deste Blog são protegidos pelas Leis de Direitos Autorais, que proibe a cópia e uso por terceiros sem autorização prévia do autor. Respeitar o trabalho de um artista, é um ato de amor. Pratique! 😉

Pura curiosidade!!!

 

“Muitas vezes são imensos os dons que, por influxos celestes, chovem naturalmente sobre alguns corpos humanos; outras vezes, de modo sobrenatural, num só corpo se aglomeram superabundantemente beleza, graça e virtude, de tal maneira que, para onde quer que ele se volte, todas as suas ações são tão divinas, que, deixando para trás todos os outros homens, se dão a conhecer como coisas (que de fato são) prodigalizadas por Deus, e não conquistadas pela arte humana. Isso foi visto pela Humanidade em Leonardo da Vinci, em quem a beleza do corpo, nunca suficientemente louvada, era acompanhada por uma graça mais que infinita em qualquer de suas ações; era tamanha e tal índole a sua virtude, que todas as dificuldades para as quais ele voltasse sua atenção se tornavam facilidades absolutas” (Vasari)

Quem me conhece sabe que tenho dois mestres, meus ídolos na História da Arte: Leonardo da Vinci e Vincent Van Gogh (ainda faço um texto unindo esses dois…). Há muitos anos, desde quando iniciei meu interesse por Arte, procuro ler coisas sobre ambos… e lembro que esse texto de Vasari me incomodou logo no primeiro contato, e desde então esse tema, genialidade, me intriga.

Inclusive há uma anotação no livro, ao lado do texto, feita por mim, com os seguintes dizeres “Que grande covardia Vasari!” – porque é uma grande covardia mesmo tirar de Leonardo o mérito pelo esforço na construção de seu intelecto, inflado por sua incansável busca pelo conhecimento, caucada em sua própria experiência.

Como disse no Post anterior, há alguns dias finalizei a leitura da Biografia de Da Vinci, escrita por Walter Isaacson, e NOSSA! Como agradeço o dia que me propus a fazê-lo.

O livro por si só já é uma maravilha, dinâmico, nada cansativo e com um tema que dispensa apresentações.

Mas além disso, o livro mexeu muito comigo, e acredito que mexeria com você também. Que Leonardo era um gênio, acho que todo mundo sabe, mas o livro, a meu ver, se propõe a desmistificar aquela velha noção do gênio “pré fabricado”, aquela descrita acima no texto de Vasari, cuja genialidade parece ser um presente divino, que corre no sangue apenas de alguns sortudos dotados de determinado DOM inato.

Dom e Gênio, são dois conceitos que, como disse anteriormente, me intrigam há anos, e muito provavelmente quem acompanhar este Blog, lerá alguns muitos textos com reflexões minhas sobre isso, pois realmente costumo dedicar um tempo ao estudo deles.

Leonardo era sim um gênio, não há como negar, e com certeza um dos mais incríveis polímatas que o mundo já conheceu (conceito que também muito me interessa, e que, acredito eu, também será explorado aqui nesse Blog em diversos momentos).

Mas meus amigos, Vasari estava muito errado. O que fazia de Leonardo um gênio não era nenhum neurônio diferenciado e super potente, enviado pelos deuses, ou material genético com informações privilegidas sobre as coisas do mundo, e que nenhum outro Ser Humano na Terra teve a sorte de possuir.

O que o diferencia de nós, reles mortais, é sua pré disposição e dedicação a uma das coisa mais naturais que acometem o Ser Humano desde a infância, mas que temos a terrível mania de ignorar conforme nos tornamos adultos: a CURIOSIDADE.

O que o diferencia de nós, é o seu não conformismo com o pré estabelecido, e sua sadia obsessão por aprender a partir da observação, questionamento e experimentação.

Todo gênio se destaca por sua capacidade em determinada área de conhecimento, e é certo que Leonardo explorou com enorme competência diversas áreas (engenharia, medicina, arquitetura, anatomia, pintura, escultura, matemática…) mas se nos aprofundarmos nesse ponto, a meu ver, desmistificamos essa ideia de inteligência superior, completa e inata nessas competências.

A verdade é que todo o conhecimento adquirido nessas diversas áreas ocorre sim de forma seletiva, com um único propósito, desenvolver sua capacidade de representação, ou seja, re-apresentação do mundo conforme ele o vê, o sente, e o experimenta.

O foco de sua busca, obsessão e genialidade, era encontrar a intersecção entre Ciência e Arte. É a busca e a curiosidade que geram o conhecimento, ele não vem pronto. Conhecimento é resultado da experiência.

Por mais que pareça estranho que Leonardo tivesse um foco quando se olha para seus cadernos repletos de estudos, que vão do fluxo sanguíneo do corpo humano a desenhos técnicos de máquinas que pudessem fazer o Homem voar, carruagens militares blindadas e assassinas, e projetos de arquitetura e engenharia que envolviam transposições de rios, o que norteia seus estudos e incentiva a sua criatividade, é seu anseio por sanar a sua curiosidade a partir de uma união entre Arte e Ciência.

Aí você me pergunta, mas o que leva Leonardo a ver e criar coisas que nós não conseguimos ver… não seria um Dom? Eu respondo sim, um dom que é comum a toda a humanidade, a capacidade de observar com curiosidade, mobilizado por um problema que o intriga e o leva a buscar soluções.

Leonardo, assim como outros gênios da humanidade pelos quais me interesso, e que também atiçam a minha curiosidade, sabia que o ponto forte do seu fazer artístico não estava no resultado final de sua Obra, mas em seu processo de construção, e isso minha gente é o fundamento desse modo de ver a genialidade como desenvolvimento pessoal e íntimo, inerente a qualquer Ser Humano que se pré disponha a buscá-la. O único e real diferencial desses seres “iluminados” é CONHECIMENTO PRÁTICO e o PROPÓSITO.

Leonardo faz Arte com propósito quando se utiliza da Ciência e da experimentação para criar Arte, e faz Ciência com propósito quando sua intenção clara é compreender o fazer artístico.

Aí você me pergunta, mas Leonardo era mais cientista ou mais artista? Taí uma resposta que eu não saberia dar… posso estar errada, mas arriscaria dizer que foi um misto bem homogênio dos dois. Para sua Arte se utilizava da ciência em busca de soluções formais e estéticas, e se utilizava da Arte para representação, experimentação e conclusão de suas teorias científicas.

Em ambos os casos não via no resultado final o seu apogeu, seu foco era o processo. Não à toa deixou incontáveis projetos inacabados, entre pinturas que nem sequer receberam tinta, e tratados que nunca se tornaram os livros vislumbrados.

“De forma similar, Leonardo considerava sua arte, sua engenharia e seus tratados como partes de um processo dinâmico, sempre abertos a melhorias através da incorporação de um novo insight. Ele atualizou São Jerônimo no deserto após trinta anos, quando seus experimentos anatômicos lhe ensinaram algumas coisas novas sobre os músculos do pescoço. Se tivesse vivido por mais dez anos, provavelmente teria continuado a dar retoques na Mona Lisa por todo esse tempo. Largar uma obra, declará-la finalizada, congelar sua evolução – Leonardo não gostava de fazer isso. Sempre havia algo a ser aprendido, uma nova lição da natureza capaz de aproximar uma pintura ainda mais da perfeição.” (Walter Isaacson)

Sua obra teve um cunho emocional e de interesse estritamente pessoal, era no processo que se encontrava a sua satisfação, finalizar um trabalho significaria pôr um ponto final em sua investigação e isso era de extrema dificuldade para uma mente curiosa e questionadora.

Por isso me incomoda tanto essa ideia do gênio como ser um dotado de uma inteligência sobrenatural. Sempre que me aprofundo no estudo do fazer artístico de gênios revolucionários, percebo que é sua incansável curiosidade a responsável pelo desenvolvimento de sua obra como genial. Somos nós que nos privamos do conhecimento amplo quando aceitamos conceitos prontos, com a preguiça de questioná-los.

Certa vez ouvi de um professor enquanto explicava as teorias de Deleuze, o seguinte raciocínio:

“Não é simplesmente ouvindo coisas que se faz música, não é olhando coisas que se faz pintura, não é percebendo e decupando o real em partes que se faz filosofia. Quando um compositor compõe uma música, esta comemora o seu surgimento. O próprio artista comemora o seu surgimento como artista ao pintar a sua obra.”

Achei isso tão incrível que anotei e nunca mais esqueci, porque vai de encontro exatamente com esse pensamento particular de que ninguém nasce alguma coisa, há uma construção nisso… a gente se torna o que é, naquilo que construímos, na experiência. São os processos que importam…

E Leonardo da Vinci foi, ao meu ver, um dos caras mais incríveis nessa abordagem…

Encerro este Post com uma citação de outro gênio conhecido por nós…

“Não tenho nenhum talento especial. Sou apenas apaixonadamente curioso” (Einstein) 

 

Com amor,

FeSendra

 

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Rotina que me devora, ao mesmo tempo que alimenta… Há um misto de dor e amor que me consome, mas que também me constrói…

 

FeSendra

“Leonardo tornou-se discípulo tanto da experiência quanto do conhecimento transmitido por meio dos livros. Mais importante que isso, ele passou a entender que o progresso da ciência dependia de um diálogo entre as duas coisas. Isso, em contrapartida, o ajudou a perceber que o conhecimento também vinha de um diálogo similar: entre a experimentação e a teoria.” Walter Isaacson – Biografia de Leonardo da Vinci…

Postagem propositalmente feita na madruga, porque eu pertenço a ela, e muita gente não sabe… (essa foto é um retrato de uma rotina que me devora, ao mesmo tempo que alimenta… há um misto de dor e amor que me consome, mas que também me constrói…)

Quem me conhece sabe que sou da noite, é nesse período, enquanto a maioria das pessoas dorme, que minha mente mais trabalha… é na madrugada que costumo alimentar minha Arte/alma, com o poder das palavras, ora lidas, ora escritas… não, Arte não se faz só com tinta, papel e caneta, mas com muito estudo e pesquisa… a Arte que sai de dentro da gente, tá carregada de todo conhecimento e experiência acumulados durante todo o nosso percurso de vida, ela é reflexo das nossas ações, dos livros que lemos, do mundo que conhecemos, das conversas que tivemos…

Na minha “biblioteca” particular tem romance, tem suspense, tem policial e tem drama, mas também tem filosofia, história, design, curiosidades, arquitetura, empreendedorismo, biografias, fotografia, guias de viagens e tudo o mais que puder me interessar e enriquecer a alma…

Além de livros, há também cadernos, pedaços de papel e diários antigos e novos (porque voltei a criá-los), onde hibernam anotações perdidas dos meus devaneios, curiosidades, e reflexões sobre o que leio, sobre o que vejo e sobre o que vivo… sempre penso em despir minha mente, revisitar cadernos e papéis antigos, e jogar estas reflexões pessoais e livres por aí, mas elas me parecem tão íntimas… quem sabe?!, estou pensando…

Terminei há dois dias a leitura da biografia de Leonardo da Vinci por Walter Isaacson, e ver a riqueza de seus cadernos cheios de anotações descompromissadas me deram uma sacudida…. porque não? Será???

Com amor,

FeSendra.

 

Ps.: As imagens e textos deste Blog são protegidos pelas Leis de Direitos Autorais, que proibe a cópia e uso por terceiros sem autorização prévia do autor. Respeitar o trabalho de um artista, é um ato de amor. Pratique! 😉

Porque criar um Blog em tempos de Instagram?

Ilustra mão
Ilustração digital em ipad – FeSendra

Definitivamente uma folha em branco me parece muito mais assustadora quando destinada a escrita do que ao desenho…

Talvez porque um desenho possa surgir de um simples borrão, um respingo de tinta, ou um pequeno ponto… textos não, eles precisam não só de palavras, mas precisam das palavras certas…

Imagino que para um escritor nato, em certos momentos deve bastar apenas um movimento, uma cena do cotidiano, para que as palavras surjam mesmo que lentamente em busca de uma certa ordem. Como para um músico, o som de um objeto tocando o chão, pode provocar o impulso necessário para as notas iniciais de uma sinfonia…

Ahhh! Como é bom sonhar…

Ok, ok, esta afirmativa não é de todo verdadeira, afinal, a “facilidade” para o exercício de uma atividade se constrói com a experiência, é ela que nos torna íntimos ao ponto de enxergar aquilo que ainda não é realmente visível ao mundo… mas no fundo no fundo, o ato de criar pode ser doloroso e angustiante mesmo para aquele que tem a tal da experiência a seu favor. Criar envolve muita entrega, e muita reflexão, envolve lembranças e memórias, envolve uma busca interna capaz de revelar de nós coisas que não estávamos prontos para conhecer ou reconhecer.

Acontece que essa tal experiência, quando transforma uma certa atividade realmente em nossa amiga íntima, nos permite reconhecer com mais facilidade o bom e diferenciá-lo do ruim, e transforma o descarte, o refazer e o reconstruir em partes do processo, e não em uma culpa.

Criar é um ato íntimo, a criatividade só existe quando exercitada, e só evolui se executada.

Talvez por isso uma folha em branco quando associada a pincéis pareça menos intimidadora para mim hoje, do que uma associada a uma caneta, porque minha experiência me diz que com os pincéis eu posso errar, posso refazer, e isso não é um problema, e sim parte do processo. Com a escrita ainda não tenho este domínio sentimental construído, e vou confessar aqui, isso é sofrido.

Quem me conhece, sabe que sou multi potencial assumida, amo muitas coisas, faço muitas coisas, e uma delas é escrever.

Fui uma dessas crianças que colecionava diários trancados com chaves, mas que por algum motivo, em certo momento da vida perdeu esse hábito. Mas confesso que de uns tempos pra cá, sinto falta de colocar no papel sentimentos e vivências que precisam ser expressos em palavras, sinto uma necessidade de recriar essa intimidade com elas.

Sou fotógrafa e ilustradora profissional, sou tomada o dia inteiro por esse mundo que não vou negar, eu AMO, mas às vezes meus pensamentos precisam ir para além no campo profissional, precisam de um espaço particular, só deles, e é isso que busco conseguir com esse Blog, exercitar minha criatividade também através das palavras.

Pretendo mostrar o lado Humano por trás da Artista, meus medos, minhas aventuras, minha rotina, meus erros, meus acertos, minhas vivências dentro e fora do Atelier e principalmente meus pensamentos e devaneios… e ficarei muito feliz em ter sua companhia nessa jornada.

Com carinho, FeSendra.

 

Ps.: As imagens e textos deste Blog são protegidos pelas Leis de Direitos Autorais, que proibe a cópia e uso por terceiros sem autorização prévia do autor. Respeitar o trabalho de um artista, é um ato de amor. Pratique! 😉